Uma década de Digital Influencer

outubro de 2017

por gerente

Empreendedorismo

Uma década de Digital Influencer

Por Diego André Martins | diego.andre.martins@gmail.com

Eram meados de 2008 quando   ram meados de 2008 quando      dava meus primeiros passos nas redes sociais, então um território desconhecido, de poucas marcas e poucos anúncios. Naquele momento, nós operadores do marketing achávamos que o grande diferencial das redes era o compartilhamento das impressões das marcas, consumidores dividindo suas experiências sobre produtos e serviços. Nas minhas primeiras palestras sobre o assunto, destacava o princípio do marketing direto (tipo herbalife) aplicado as redes sociais. Muito melhor que uma marca falar seus atributos e um consumidor ser atingido pela opinião de amigos, quanto isso vale? Até então inestimável, por vezes marcas fomentavam avaliações em facebook e tripadvisor, até mesmo check-in, compartilhamentos com promoções e toda pataquada que se repete no teorema do ‘mais do mesmo’.  A evolução da opinião e precificação foi natural, famosos começaram a receber ‘presentes’ em casa; menos famosos locais eram convidados a fazer procedimentos estéticos; eventos entre ‘blogueiros’ com mais de 1.000 seguidores eram a sensação do marketing.  Não Salvo, Ana Maria Brogui, Kéfera; que até ali não eram ídolos e nem ganhavam tanto, eram apenas blogueiros sobrevivendo da vida virtual. Engraçado dizer que a maior rede do mundo, o Facebook, no caso do influencers não é tão relevante quanto o Instagram, que começou a virar em 2011/2012 , o consolidado Youtube e o SnapChat caçula da família.Kéfera; que até ali não eram ídolos e nem ganhavam tanto, eram apenas blogueiros sobrevivendo da vida virtual. Engraçado dizer que a maior rede do mundo, o Facebook, no caso do influencers não é tão relevante quanto o Instagram, que começou a virar em 2011/2012 , o consolidado Youtube e o SnapChat caçula da família. Surgiram as musas de make-up e Fit, devia ser 2012/2013, Carol Buffara, Pugliese, Camila Coelho; nessa época a coisa já estava organizada, pedi os primeiros mídias-kit e um post da Bufara já custava R$ 2.000,00.  Agora, 2017, você tem de tudo, gente com 10 mil seguidores sendo influencer, crianças youtubers que ganham para abrir brinquedos, fenômenos desconhecidos com1 milhões de inscritos em seus canais, alguns ganham com posts sobre marcas, alguns com presença, alguns com licenciamento de produtos, a grande maioria faz pelo simples fato de ganhar algo de graça. Ser digital influencer é relativo e de nicho. Você pode ser relevante falando para 5 mil seguidores engajados sobre pesca ou irrelevante com 500 mil seguidores que só querem ver seu corpo.  O que conta e a conversão que seus posts dão para marca, no final ‘money talks’. Sim, ser digital influenciar já é uma profissão, mas não se iluda porque são poucos que conseguem realmente viver disso. ZT

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